JARDINAGEM

domingo, 30 de outubro de 2011

UM JARDIM NA ÁGUA

O nome pode assustar um pouco, mas o processo da hidrocultura é bastante simples e barato. E os resultados são tão rápidos e de efeitos decorativos tão impecáveis que não há como resistir aos encantos.
Como o próprio nome indica, hidrocultura é o cultivo de plantas na água, sem a utilização de terra. Nas várias etapas que envolvemo processo, o primeiro passo é reunir o material necessário:  recipientes, fixadores, água e as plantas.
RECIPIENTES:  forma, tamanho e material ficam à sua escolha---o importante é que eles sejam impermeáveis.
Os mais indicados são os de louça, vidro, plástico ou acrílico. Os de cerâmica e cimento amianto também podem ser usados, mas necessitam, antes, ser impermeabilizados. Evite apena usar recipientes de cobre, latão ou chumbo, que podem provocar reações prejudiciais às plantas.
FIXADORES:  têm a função de fixar as plantas, enraizadas ou não. Você pode usar, para isso, pedras, conchas ou bolas de gude. Evite utilizar cacos de mármore, que alteramo pH das plantas. Não esqueça de juntar ao fixador---seja ele qual for---alguns pedaços de carvão vegetal, que evita a acidificação da água.
ÁGUA:  dê preferência à filtrada, de chuva ou de poço. Se isso não for possível, e você for obrigada a usar água da torneira, deixe que ela descanse, antes, dois ou três dias, para que o cloro se assente.
PLANTAS:  prefira as que se adaptam mais facilmente a ambientes interiores. As mais indicadas, por sua resistência, são as dracenas, os antúrios, jiboias, aspidistras, chefleras, comigo-ninguém-pode, espada de São Jorge e os singônios.Por sua fragilidade, evite usar samambaias, avencas e plantas floríferas. Caso você vá transplantar uma planta de vaso para água, lave antes suas raízes, cuidadosamente, para eliminar totalmente os resíduos de terra.

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